segunda-feira, 21 de março de 2011

REFLETINDO SOBRE O USO DE BLOG

O uso de blogs na educação tem muitas vantagens, uma vez que possibilita ao professor ampliar sua disciplina, bem como disponibilizar sites para pesquisa e aprimoramento do aprendizado. Também é possível utilizá-lo como apoio a leitura, através de textos produzidos pelo professor. Colocar vídeos, imagens, fotos, tudo para complementar as aulas presencias. No entanto se no for bem direcionado pelo professor pode trazer sérios problemas.

Os blogs só se tornam uma atividade para construção de conhecimento interessante e segura se o professor direcionar, utilizar e tiver pleno conhecimento do mundo virtual. Uma vez que, existem muitos sites disponíveis na internet que não são seguros, definições evasivas, concordâncias inadequadas e notícias falsas. Portanto, é muito importante que o educador tenha um blog que disponibilize urls e sites para que os educandos possam tirar proveito. Também é interessante fazer com que os alunos produzam seus próprios textos. Neste caso, cada um teria uma senha para postar textos proposto pelo educador para que não haja, entre os alunos, motivo para distração, ou seja, fugir da matéria e entrar em outros sites diferentes da matéria em questão.

Portanto, o aluno que aprende na escola, por meio de blogs, como utilizar tanto ferramentas da internet como produzir textos está melhor qualificado para o mercado de trabalho. Philippe Quéau (1998) aborda, em sua obra, a questão das telecomunicações e suas relações com o mercado, à necessidade de regulamentação para a área, a Internet, a promoção e o fortalecimento do domínio público, além de temas como competitividade e interesse público. Volto afirmar que é muito importante que o educador tenha um blog. Que conduza sua turma para construção de conhecimento coletivo através da internet para melhor qualifica-lo.

Referências bibliográficas:

http://extensao.cecierj.edu.br/saladeaula/file.php/104/Semana5/semana05_txtbase.html

http://www.caxias.rs.gov.br/nidi/_upload/artigo_97.pdf

QUÉAU, Philippe. A revolução da informação: em busca do bem comum. Informe Brasília, v.27, n. 2, maio/ago., p. 198-205, 1998.

segunda-feira, 1 de novembro de 2010

EU SEI, MAS NÃO DEVIA


Eu sei que a gente se acostuma. Mas não devia.

A gente se acostuma a morar em apartamentos de fundos e não ter outra vista que não as janelas ao redor. E porque não tem vista, logo se acostuma a não olhar para fora. E porque não olha para fora, logo se acostuma a não abrir todas as cortinas. E porque não abre as cortinas logo se acostuma a acender mas cedo a luz. E porque à medida que se acostuma esquece o sol, esquece o ar, esquece a amplidão.

[...]

A gente se acostuma a esperar o dia inteiro e ouvir no telefone: hoje não posso ir. A sorrir para as pessoas sem receber um sorriso de volta. A ser ignorado quando precisa tanto ser visto.

A gente se acostuma a pagar por tudo o que deseja e o que necessita. A lutar para ganhar o dinheiro com que se paga. E a fazer fila para pagar. E a pagar mais do que as coisas valem. E a saber que cada vez pagará mais. E a procurar mais trabalho, para ganhar mais dinheiro, para ter com que pagar nas filas em que se cobra.

A gente se acostuma a andar na rua e ver cartazes, a abrir as revistas e ver anúncios. A ligar a televisão e assistir a comercias . A ir ao cinema e engolir publicidade. A ser instigado, conduzido, desnorteado, lançado na infindável catarata dos produtos.

A gente se acostuma a poluição. A luz artificial de ligeiro tremor. Ao choque que os olhos na luz matinal. As besteiras das músicas, as bactérias da água potável. A contaminação da água do mar. A luta. A lenta morte dos rios. E SE ACOTUMA A NÃO OUVIR PASSARINHOS, A NÃOI COLHER FRUTOS NO PÉ, A NÃO TER SEQUER UMA PLANTA.

A GENTE SE ACOSTUMA A COISAS DE MAIS, PARA NÃO SOFRER. Em doses pequenas, tentando não perceber, vai afastando uma dor aqui, um ressentimentos ali, uma revolta acolá. Se o cinema está cheio, a gente senta na primeira fila e torce um pouco o pescoço. Se a praia está contaminada a gente só molha os pés e sua no resto do corpo. Se o trabalho está duro, agente se consola pensando no fim de semana. E se no fim de semana não há muito o que fazer a gente vai dormir cedo e ainda fica satisfeito porque tem sono atrasado.

A gente se acostuma, para não se ralar na aspereza, para se preservar a pele. Se acostuma para evitar feridas, sangramentos, para esquivar-se da faca e baioneta, para poupar o peito. A gente se acostuma para poupar a vida. Que aos poucos se gasta, e que, de tanto acostumar, se perde em si mesma.

Mariana Colasanti

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

PROJETO DIVERSIDADE CULTURAL

Na escola


Hoje foi a culminância do projeto que teve início na sala de aula. Como o próprio nome já diz, diversidades cultuais são várias ou diversas culturas. Não ficamos restritos a Língua Portuguesa que é a minha área, também falamos sobre diferentes aspectos culturais. Porém, durante a manhã de hoje apresentamos apenas música, dança, livros e poesia.

No início, dois grupos, um do 6° ano e outro do 7°ano apresentaram coreografias criadas por eles mesmos, ficou lindo. Esse grupo apresentou a música “Meteoro”, aquele a música Tic Tok, com passos ritmados, foi um sucesso.

Depois, dois alunos do 6° ano: Vitória e Marcos falaram sobre livros paradidáticos, foi maravilhoso porque eles fizeram uma reflexão sobre a leitura, além de apresentar, muito bem, um resumo falado.

Dois alunos do 1° ano do E. M. Julia e Gilseir fizeram um excelente diálogo sobre o livro: “Rômulo e Julia os caras pintadas”.

Vários alunos declamaram poesias de autores consagrados, no entanto, dois alunos do 6° ano apresentaram poesias de sua própria autoria, fabuloso.

Por último, o momento em que todos esperavam, a peça teatral intitulada: “Garota malvada”, foi um musical intercalado com drama e comédia. Tendo como protagonista a aluna Aleksandra do 7° ano, antagonista a aluna Steffanye do 6° ano que fez par romântico com o aluno Davi também do 6° ano. E compondo o elenco os alunos do 8° ano, que se apresentaram maravilhosamente.

Sinto-me realizada com essa pequena mostra cultural porque meus alunos são maravilhosos, levam a sério o que eu peço e dão tudo de si. São nesses momentos que paro e penso: vale a pena ser professora, vale a pena ser construtivista, porque não sou uma pessoa que apenas passa conteúdos, levo meu aluno a pensar, produzir, refletir e transmitir o que aprende, é assim que se constrói conhecimento coletivo.

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

O GOVERNO QUE EU QUERO

Eu acredito que um dia haverá paz mundial.
Que o mundo será um lugar ideal
Que todos terão o que necessitam
Sem desigualdade social.

Acredito que ninguém nunca precisará usar uma arma,
Que as pessoas serão amenas;
Que ninguém nunca sentirá medo de ser assaltado;
Porque todos serão iguais

Acredito que o mundo será governado por pessoas justas,
Que o planeta estará equilibrado e não haverá mais desmatamento.
E muito menos, extinção de animais.

Que tudo estará em perfeita harmonia.
Que felicidade não será apenas qualidade de espírito,
Eu acredito em Deus.